Cachorros em Apartamento: Dicas, Raças e Direitos do Condômino

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Na dúvida sobre como criar o seu aumigão em apartamentos? Confira as nossas dicas sobre cachorros em apartamento e melhore o seu convívio. Pular para o artigo

Cachorros em apartamento? Nós preparamos um artigo com diversas dicas, melhores raças para esses ambientes e também, os seus direitos como condômino. Confira!

Veja 08 dicas para ter cachorros em apartamentos

Ter um cachorro em apartamento é uma delícia e o sonho de muita gente. Eles são carinhosos, alegres, brincalhões e até um pouco arteiros.

Mas tudo vale a pena quando voltamos para casa depois de um dia longo de trabalho e encontramos aquelas criaturinhas com o rabinho abanando.

Apesar de todos esses pontos positivos, a decisão sobre ter ou não um cachorro envolve muita responsabilidade.

Essa é uma escolha que deve permanecer por todo o tempo de vida do animal. Nada de adotar um filhote e abandoná-lo no primeiro obstáculo.

E pode acreditar: serão muitos.

Desde manter a casa limpa, até educá-los para que não destruam as suas coisas.

Mas se você não pode resistir a essas fofuras, fique atento ao post que preparamos. São 8 dicas infalíveis para cuidar do seu cachorro.

1. Cuide das necessidades básicas do animal

Cuide das necessidades básicas do animal
Cuide das necessidades básicas do animal

O cachorro para apartamento não é diferente dos outros.

Ele precisa de comida, água em abundância e um local apropriado para fazer xixi e coco.

Para começo de conversa, é importante que você escolha a ração adequada para ele.

Elas são divididas entre tamanho e idade do animal. Escolhendo corretamente, ele poderá se desenvolver dentro do esperado.

A água precisa de um cuidado a mais, principalmente se o cachorro for ficar sozinho em casa por um longo período de tempo.

Mas não se preocupe, existem modelos de vasilhames que vem com um pequeno galão acoplado.

Dessa forma, o pote será alimentado com água fresca sempre que o animal beber um pouco.

Já para o banheiro do seu cachorro existem algumas alternativas interessantes. Desde o jornal até os tapetes higiênicos.

Essa última opção funciona como uma grande fralda que é colada com adesivos no chão.

Ele absorve todo o xixi e pode ser jogado fora sem problemas. O importante aqui é que o banheiro seja distante da área de alimentação.

Eles são cachorros, mas são super higiênicos.

2. Tenha estratégias prontas para gastar energia

Tenha estratégias prontas para gastar energia
Tenha estratégias prontas para gastar energia

Um problema muito comum relatado pelos donos de cachorros de apartamento é a falta de espaço para brincar.

Esse é um ponto de atenção muito grande, pois esses animais têm bastante energia, principalmente os filhotes.

Se eles não tiverem como gastar toda a energia, começam a destruir a sua casa.

Por isso, é importante estabelecer uma rotina de passeios.

O ideal é que eles aconteçam sempre no mesmo horário e tenham mais de meia hora de duração.

Durante esse tempo, segure-o na coleira com firmeza, mas permita que ele fareje o caminho.

Também é interessante deixar brinquedos espalhados pela casa. Isso dará conta do tempo que você estiver fora de casa.

E existem diversas opções no mercado que os entreterão por bastante tempo.

3. Eduque o seu cachorro o mais cedo possível

Eduque o seu cachorro o mais cedo possível
Eduque o seu cachorro o mais cedo possível – Foto: Nadalian Fotografia

Você conhece o ditado que diz “cachorro velho não aprende novos truques”? Ele é parcialmente verdadeiro.

A realidade por trás dessa frase está no fato de que é muito mais fácil adestrar um cachorro desde filhote.

Nesse ponto não estamos falando necessariamente dos truques como dar a pata ou sentar. Mas sim de ensiná-lo a fazer xixi no local certo, por exemplo.

Medidas como essa evitam que o seu cachorro faça xixi no seu sofá.

A educação é importante para que eles entendam o seu espaço dentro de casa. Mas você deve dar meios para que isso aconteça.

Por exemplo, se você não quer o seu cachorro de apartamento dormindo na sua cama, deve providenciar uma caminha exclusivamente dele.

Você também pode educá-lo para que não suba onde não deve, como no sofá, por exemplo.

4. Avalie a segurança do cachorro para apartamento

Avalie a segurança do cachorro para apartamento
Avalie a segurança do cachorro para apartamento

Outro ponto muito importante e que não pode ser negligenciado é a segurança do seu cachorro. Antes da chegada dele, você deverá passar um pente fino na sua casa.

Ou seja, checar se existem maneiras de ele se machucar acidentalmente.

Nesse sentido, instalar telas de proteção nas janelas de varandas é obrigatório.

Também é importante ficar de olho nas plantas que você cultiva dentro de casa.

O animal não sabe se elas são tóxicas ou não, e pode se aventurar comendo alguma delas.

Portanto, antes mesmo que ele passe a viver com você, confira se existe alguma planta que oferece riscos para os cachorros.

Mesmo que ela não seja tóxica para os humanos, elas podem fazer mal para os nossos bichinhos.

E não se engane sobre a altura das plantas. Algumas raças de cachorro podem pular muito alto.

Ter um cachorro para apartamento é uma alegria para qualquer família.

Eles fazem companhia e trazem muitas memórias durante toda a sua vida. Mas eles também podem ser arteiros e aprontar muito dentro de casa.

Por isso, antes de tomar essa decisão, certifique-se de que a sua casa está preparada e que você tem como cuidar corretamente de uma nova vida na sua família.

5. Escolha o animal adequado ao apartamento

Cuide das necessidades básicas do animal
Cuide das necessidades básicas do animal

Outra dica bem importante no momento de escolher um cachorro para apartamento é se atentar ao tamanho do animal.

O ideal é escolher um animalzinho que tenha um tamanho compatível com o do seu apê.

Caso escolha uma raça de maior porte, ele pode sofrer os efeitos da falta de espaço e ficar estressado.

Além do tamanho do totó, pense também em seu temperamento.

Existem cachorros que são mais agitados por natureza e, por isso, precisam de mais espaço para gastar energia.

Assim, por menores que possam ser, também não serão a melhor escolha para apartamentos pequenos.

6. Mantenha a higiene do ambiente em dia

Apesar de ser cachorro, seu bichinho também tem direito a um ambiente limpo! E eles também fazem questão disso, são animais muito higiênicos.

É importante também estar atento aos locais por onde eles transitam, como sofás, camas ou tapetes. Isso porque muita gente os trata como verdadeiros membros da família.

E como tais, também têm direito de permanecerem nesses locais.

O grande problema é que, junto com a compania e amor dos cachorros, também vem pelos, maus cheiros, pulgas (em alguns casos) e até mesmo urina.

Para evitar que esses ambientes fiquem sujos, prejudicando o bem-estar da sua família e de seu cãozinho, é indicado fazer uma higienização de estofados mais profunda de tempos em tempos.

Além dos ambientes em que o cachorro transita, também é preciso garantir a higiene de locais onde ele passa mais tempo.

Por isso, veja também como limpar a casinha de cachorro.

7. Mande seu pet para o banho e tosa

Mande seu pet para o banho e tosa
Mande seu pet para o banho e tosa

Como falamos, a limpeza do ambiente é muito importante para o bem-estar do seu cachorro.

Além dela, é importante manter a higiene do próprio cachorro. Eles têm um cheiro característico que pode se impregnar pelos ambientes.

Ao levá-lo para passear, ele entra em contato com ambientes mais sujos que o seu apartamento.

E ao longo de vários passeios, pode ficar ainda mais sujo. Nos cachorros com pelagem mais clara, isso fica ainda mais evidente.

Portanto, mande seu pet para o banho com certa periodicidade: pode ser a cada quinzena, a cada semana ou mensalmente.

Se ele tiver uma pelagem mais espessa, mande para a tosa de tempos em tempos também. Com um pelo mais curto, seu bichinho fica limpo por mais tempo.

8. Separe um tempo para ficar com ele

Separe um tempo para ficar com ele
Separe um tempo para ficar com ele

Com a rotina corrida do dia a dia, acabamos não passando o tempo que gostaríamos com nosso amigão e eles costumam passar a maior parte do tempo sozinhos.

Por essa razão, seu cachorro pode se tornar mais ansioso, carente ou estressado.

Por isso, se você tem cachorros em apartamento, é necessário separar um tempinho para ficar com eles.

Você pode aproveitar esse momento para levá-los para passear ou brincar com eles no apartamento mesmo.

Isso é bom para seus pets e também para seus donos.

Veja 08 dicas para manter a casa limpa

Você pode ter um cachorro em seu novo apartamento se quiser e, para manter o ambiente limpo e saudável para você e seu pet, há algumas soluções infalíveis!

Ter um cachorro em apartamento ou casa é sempre uma alegria, mas exige muita dedicação e um cuidado especial com a saúde do animal, bem como com a limpeza da casa.

No caso dos apartamentos, quando os bichos vivem em ambiente interno, a atenção deve ser redobrada.

Os cães, principalmente, podem deixar um odor bem característico, podendo ser seu cheiro natural ou mesmo alguma necessidade que tenha escapado por um motivo.

Por isso, ter um animal de estimação em apartamento pode dar um pouco mais de trabalho, mas é possível!

Para te ajudar na missão de deixar sua casa sempre limpa e cheirosa, separamos algumas dicas para você pode incorporar ao seu dia a dia.

1. Mantenha uma rotina de limpeza

Mantenha uma rotina de limpeza
Mantenha uma rotina de limpeza

Essa é a principal dica para manter a casa sempre em ordem e com um cheiro agradável.

Monte um planejamento semanal que você possa cumprir, dividindo os afazeres durante os dias.

Algumas atividades devem ser feitas diariamente ou em dias alternados no caso de quem tem bichinhos, como varrer a casa, passar aspirador nos estofados e passar pano no chão.

Recolher fezes e xixi do cachorro é uma tarefa necessariamente diária, limpando o espaço que ele usa para fazer as necessidades com um pano com álcool ou desinfetante.

2. Adestre seu cão

Adestre seu cão
Adestre seu cão

Ensinar o seu cachorro a fazer as necessidades em um só local ajuda muito na hora de manter a casa limpa.

O ideal é começar logo no primeiro dia do pet em casa, limitando o espaço onde ele fica e forrando tudo com jornal.

Ou deixar ele solto pela casa, mas deixar um local como o “banheiro” dele, colocando os jornais no chão e levando o bichinho sempre até lá quando ele estiver prestes a fazer as necessidades.

Ele certamente fará tudo em cima do papel depois de um tempo.

Nas semanas seguintes, vá retirando o jornal gradualmente, até que sobre apenas uma folha aberta.

A cada vez que o cão fizer xixi ou cocô no lugar certo, presenteie-o com um petisco e elogie-o.

Se ele insistir em fazer no lugar errado, leve-o até o lugar certo e mesmo que faça só um pouquinho no jornal, gratifique.

3. Evite o excesso de pelos pela casa

Evite o excesso de pelos pela casa
Evite o excesso de pelos pela casa

O aspirador de pó é um aliado imprescindível para quem tem cachorro em apartamento.

Os bichinhos acabam soltando muito pelo e algumas raças soltam mais que outras.

Se esse é o caso do seu melhor amigo, escove-o todos os dias com uma escova apropriada e mantenha a tosa dele em dia.

Se o pelo gruda na sua roupa, não coloque a peça na máquina.

Primeiro, passe um rolinho adesivo ou uma escova para retirar tudo o que for possível.

Os pelos nas roupas dentro da máquina de lavar podem grudar em outras vestimentas.

4. Limpe sempre os potes de ração

Limpe sempre os potes de ração
Limpe sempre os potes de ração

Diariamente, ao fim do dia, lave o pote de ração e de água do seu cão.

A umidade no prato de comida pode causar fungos e levar a uma dor de barriga ou quadro de intoxicação no bichinho.

Além disso, a vasilha de água também deve ser limpa frequentemente, pois, além dos fungos que podem se desenvolver ali, também há o risco da criação de mosquitos transmissores da dengue.

5. Elimine o cheiro característico do cachorro

Existe uma ótima solução caseira para tirar de uma vez por todas aquele cheirinho característico com o qual os donos até podem se acostumar, mas as visitas sempre sentem.

Dilua 3 colheres de sopa de vinagre de vinho branco em 1 litro de água e passe com um pano no chão.

O vinagre é poderoso na hora de eliminar os odores, não mancha o piso e não causa alergias.

E pode ficar tranquilo: a diluição na quantidade certa de água não vai deixar seu apartamento com cheiro de vinagre.

6. Limpe bem os sofás e tapetes

Limpe bem os sofás e tapetes
Limpe bem os sofás e tapetes

Acidentes podem acontecer e sempre há o risco de o cão fazer xixi, cocô ou até mesmo vomitar sobre o sofá, poltrona ou tapete.

Se isso acontecer, no caso do cocô e do vômito, retire toda a parte sólida e comece a limpeza: limpe com água e detergente, esfregando com uma bucha.

Seque deixando algumas folhas de papel toalha com um peso sobre elas, como um livro.

Para retirar o cheiro, use a mesma solução de água e vinagre, mas em outra medida: 100 ml de água para 50 ml de vinagre.

Borrife no local sem esfregar.

7. Dê banho frequentemente

Dê banho frequentemente
Dê banho frequentemente

Cão em apartamento exige também uma atenção especial com a higiene do próprio pet.

Um cachorro que vive em ambiente interno deve tomar banho uma vez por semana, em média (consulte um veterinário para saber se a raça do seu cachorro permite essa frequência).

Leve-o a um pet shop de confiança, dê banho em casa ou compre produtos para um banho a seco.

Para o banho a seco, há uma solução caseira fácil de preparar: uma parte de água morna, uma parte de vinagre de maçã e outra de álcool.

Molhe um pano na mistura e passe em todo o corpo do animal, tomando cuidado com os ouvidos.

Depois, seque com uma toalha e finalize com um secador de cabelo para não ficar nada molhado.

Além de prática, essa solução não corre risco de ser alérgica para o animal, como alguns shampoos.

No mesmo dia em que o animal tomar banho, limpe bem a caminha onde ele dorme, seu cobertor e seus brinquedos.

Se for possível, deixe esses itens no sol por algumas horas.

8. Aposte em cheirinhos de ambientes

Aposte em cheirinhos de ambientes
Aposte em cheirinhos de ambientes

Os produtos disponíveis no mercado para perfumar não resolvem o problema do cheiro do animal, mas podem ajudar a deixar a casa mais cheirosa.

Compre produtos perfumados específicos para passar no chão, aromatizadores de ambiente, incensos e borrifadores de perfume para a casa.

Depois de uma boa limpeza, finalize com esses produtos para deixar um cheirinho agradável no ar.

Ter cachorro em apartamento pode até ser trabalhoso, mas é compensador comparado ao carinho e amor que eles nos proporcionam.

Por isso, seguir as dicas acima pode fazer você manter a casa sempre limpa para desfrutar de bons momentos com seu melhor amigo canino.

A maior dica é sempre ter paciência e se conscientizar de que imprevistos podem acontecer e de que sempre é possível resolver a situação com os produtos certos.

12 Melhores Raças de cachorro para apartamentos

12 Melhores Raças de cachorro para apartamentos
12 Melhores Raças de cachorro para apartamentos

Hoje em dia, morar em apartamentos vem se tornado cada vez mais frequente.

Quem ama cachorros como nós, não dispensa a companhia de um.

Mas apesar do amor, há também a dificuldade de criar um cachorro dentro de um apartamento, muitas vezes, pequeno.

Muitas raças de cachorro não são adequadas para morarem em espaços limitados e, geralmente, esses cachorros de raças grandes com muita energia acabam desenvolvendo distúrbios psicológicos – como hiperatividade, estresse, irritabilidade altíssima e etc- e causam problema aos donos.

Em contra partida, há milhares de raças de cachorro para apartamento silenciosas e pequenas que se adaptam a qualquer lugar.

Em geral, são raças que não precisam de passeios frequentes, são bastante sociáveis e precisam apenas de atenção suficiente para suprir a falta de espaço.

Apesar de essas raças de cachorro para apartamento serem mais adequadas para a vida em apartamentos/prédio/condomínios, o perfil do dono também é algo a ser considerado.

Há raças pequenas que latem muito alto ou estridente, que necessitam de muitos exercícios, como o pequeno Jack Russel.

Por isso, a disponibilidade do dono e a paciência também devem contar na hora da escolha.

1. Yorkshire Terrier

Yorkshire Terrier
Yorkshire Terrier

Considerada uma das melhores raça de cachorro para apartamento, o pequeno “Yorkie”, possuí características ideais para a vida em pouco espaço.

Essa raça tem variações de tamanho, porém, não muda muito, eles têm em média 20 cm, são muito inteligentes e também, não precisam de longas caminhadas.

Porém, essa raça precisa de MUITOS cuidados extras com os pelos: escovação frequente e tosas e banhos semanais.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 13 anos;
  • Nível de energia: baixo;
  • Pelagem: lisa e extremamente fina- de cor rara: azul metálico;
  • Pontos fortes: esperto e independente;
  • Pontos fracos: necessita de banhos semanais e alguns podem não ser muito apegados aos seus donos;
  • Altura e peso: 23 a 24 cm, com 2,5 a 3,5 kg- alguns podem variar e chegar até 4,5kg;
  • Preço médio: R$ 1.000, mas filhotes podem custar de R$ 400 a R$ 3.000.

2. Shih Tzu

Shih Tzu
Shih Tzu

Os cachorros da raça Shih-tzu são muito atraentes e queridos devido aos seus pêlos longos e brilhosos.

Shih-tzu é uma das melhores raças de cachorro para apartamentos por ser mais independente, não necessitar de muito espaço e não ter nenhum problema em ficar sozinha.

Esses cachorros possuem apenas 27 cm e são muito carinhosos e dóceis quando estão na companhia do dono.

Assim como o Yorkshire, o Shih-tzu é um cachorro que exige trabalho extra com a pelagem, necessitando de escovações diárias.

Coloração: todas cores são possíveis.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 16 anos;
  • Nível de energia: baixo;
  • Pelagem: longa e com poucas ondas;
  • Pontos fortes: companheirismo, amável, legal e muito alegre;
  • Pontos fracos: necessita de banhos semanais e podem ser agressivos quando alguém se aproxima muito bruscamente de seu dono;
  • Altura e peso: 23 a 27 cm e de 4 a 8 kg.
  • Preço: R$ 950, mas filhotes podem custar entre R$ 400 a R$ 2.000.

3. Pug

Pug
Pug

O Pug é conhecido por ser uma das melhores raças de cachorro para apartamento pode ser silencioso e que não precisar de muita atividade física.

Os pugs são pequenos, com no máximo 30 cm, achatados e fortinhos, possuem dificuldades respiratórias por causa do formato achatado do focinho.

Coloração: tons de bege (fulvo) ou preto.

  • Tempo estimado de vida: 13 a 15 anos.
  • Nível de energia: médio;
  • Pelagem: fina e curta;
  • Pontos fortes: dócil, leal, afetuoso e companheiro.
  • Pontos fracos: possuem dificuldades respiratórias devido ao focinho achatado;
  • Altura e peso:  25 a 28 cm de altura e 6 a 12 kg.
  • Preço: R$1.700, mas um filhote pode custar entre R$800 a R$2.500.

4. Maltês

Maltês
Maltês

Malteses são extremamente dóceis e companheiros, porém são difíceis de adestrar.

Adaptam-se ao estilo de vida do dono com rapidez.

Os cuidados com escovação, tosa e banho são grandes quando se opta por deixar o pelo longo.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 14 anos;
  • Nível de energia: médio;
  • Pelagem: longa e lisa;
  • Pontos fortes: companheirismo, alegria e afetuosidade;
  • Pontos fracos: precisam de muito exercício físico pois engordam com facilidade e são um pouco difíceis de adestrar;
  • Altura e peso:  21 a 25 cm e 3 a 4 kg;
  • Preço: R$ 1.050, mas filhotes podem custar entre de R$ 350 a R$ 3.000.

5. Jack Russel

Jack Russel
Jack Russel

Conhecido por ser ativo e robusto.

Mesmo sendo pequenos, eles foram criados para serem cães de caça e percorrerem longas distâncias.

A vida de apartamento pode ser muito boa para este pequeno, mas a vida sedentária, COM CERTEZA, não.

Eles precisam de bastante atenção, atividades externas, exercícios, brincadeiras e, muuuuita, disciplina.

  • Tempo estimado de vida: 13 a 15 anos;
  • Altura e peso: 23 cm a 30 cm e 4 a 7 kg;
  • Nível de energia: muito alto;
  • Pelagem: variável, mas a maioria tem o pelo curto e reto;
  • Pontos fortes: inteligente, protetor, leal, agil, sempre alerta e bom com crianças;
  • Pontos fracos: teimoso, muito ativo e precisa de exercícios várias vezes ao dia;
  • Preço: de R$ 1.800,00 a R$ 3.000,00.

6. Dachshund

Dachshund
Dachshund

Também chamado de Salsichinhas, são cachorros muito companheiros, ativos e inteligentes.

Mas, apesar de serem inteligentes, são extremamente teimosos, territoriais e seu humor varia bastante.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 15 anos.
  • Nível de energia: baixo;
  • Pelagem: curta;
  • Pontos fortes: brincalhão e protetor;
  • Pontos fracos: possui problemas de comportamento, como latido excessivo, teimosia e variação de humor constante;
  • Altura e peso: 4 kg a 5 kg e 20 a 25 cm;
  • Preço: de R$ 300,00 a R$ 700,00.

7. Lhasa Apso

Lhasa Apso
Lhasa Apso

A falta da necessidade de passeios diários, pouca energia e tamanho pequeno são algumas das características que tornaram o Lhasa Apso uma das melhores raças de cachorro para apartamento.

Costumam ser mansos e alegres, sempre atentos e prontos para brincar com seu dono.

Porém são bem difíceis de se socializarem com pessoas estranhas.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 14 anos;
  • Nível de energia: baixo;
  • Pelagem: pelos lisos;
  • Pontos fortes: independência e inteligência;
  • Pontos fracos: não se da bem com estranhos e pode se irritar facilmente se mantido com outro Lhasa do mesmo sexo;
  • Altura e peso: 22 a 25 cm de altura e  6 a 7 kg;
  • Preço: R$ 700, mas filhotes podem custar de R$ 350 e R$ 1.600.

8. Spitz Alemão

Spitz Alemão
Spitz Alemão

O Spitz Alemão, também chamado de Lulu da Pomerânia, tem no máximo 22cm de altura.

Essa raça tem como característica principal a fácil socialização e fidelidade ao dono.

Os Lulus adoram caminhar e podem sofrer um pouco quando ficam sozinhos, sendo melhores com famílias que passam mais tempo em casa.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 15 anos;
  • Nível de energia: médio;
  • Pelagem: pelo cheio e liso;
  • Pontos fortes: companheirismo e fidelidade;
  • Pontos fracos: latidos excessivos e mania de grandeza – apesar de sua pouca altura;
  • Altura e peso: 18 a 60 cm e 3 a 5 kg.
  • Preço: R$ 2.250, mas filhotes podem custar de R$ 1.000 a R$ 4.200.

9. Buldogue Inglês

Buldogue Inglês
Buldogue Inglês

Com essa cara de malvado e essas dobras, o Buldogue parece um cachorro bravo, mas ele está sempre pronto para uma brincadeira e um bom carinho.

Buldogue é perfeito para morar em apartamentos: não faz barulho e é pequeno.

Porém se você costuma sair bastante, Buldogue pode não ser a raça mais indicada, ele quer sempre estar em companhia e pode ficar depressivo com a sua ausência.

  • Tempo estimado de vida: 8 a 10 anos.
  • Nível de energia: baixo;
  • Pelagem: curta;
  • Pontos forte: inteligência e afetuosidade;
  • Pontos fracos: precisa de atenção o tempo todo e tende a ficar todo sujo por babar demais;
  • Altura e peso:  40 a 55 cm e de 22 a 25 kg.
  • Preço: R$ 3.000 mas filhotes podem custar de R$ 1.000 a R$ 5.000.

10. Poodle

Poodle
Poodle

Pequenos, fofos e muito dóceis, os Poodles do tipo toy (até 28 cm) e micro toy (até 25 cm), são ótimas opções para apartamentos.

Os menores se adaptam bem a companhia de crianças e bebês.

Porém, Poodles pequenos são conhecidos pelos latidos chatos, por isso, é preciso que o dono saiba controlá-los.

  • Tamanho: miniatura: 35 a 45 cm e Toy: menor que 35 cm;
  • Pelagem: crespa e abundante;
  • Tempo estimado de vida: 15 e 17 anos;
  • Pontos fortes: são inteligentes e se dão bem com crianças;
  • Pontos fracos: latidos excessivo e teimosia;
  • Preço: R$ 300,00 mas filhotes podem custar R$ 1.000,00.

11. Schnauzer

Schnauzer
Schnauzer

O schnauzer miniatura é uma excelente escolha para ter em espaços pequenos, pois são pequenos, companheiros e dóceis e além disso, podem se relacionar bem com crianças e atividades da família.

Porém, precisam de exercícios físicos frequentes e podem latir bastante.

  • Tempo estimado de vida: 10 a 15 anos;
  • Nível de energia: médio;
  • Pelagem: longa;
  • Pontos fortes: brincalhão e afetuoso;
  • Pontos fracos: latidos excessivos, problemas de obediência e mania de esconder comida;
  • Altura e peso: 30 a 35 cm e 6 a 8 kg;
  • Preço: R$900 mas filhotes podem custar de R$450 a R$2.000.

12. Chihuahua

Chihuahua
Chihuahua

Chihuahuas também são muito populares entre pessoas que vivem em apartamentos.

São muito alegres, atenciosos e se apegam fácil ao dono. Além disso, dispensa longos passeios e caminhadas.

A desvantagem dos Chihuahuas é que costumam ser ciumentos com o dono e não sabem lidar muito bem com a solidão.

  • Tempo estimado de vida: 12 a 15 anos;
  • Altura e peso: 23 cm de altura e 500g e 3 kg;
  • Pelagem: curta e lisa;
  • Nível de energia: MUITO alto;
  • Pontos fortes: são muito resistentes – apesar do tamanho, fiéis e ótimos cães de guarda;
  • Pontos fracos: latidos excessivos e estridentes, medo excessivo e costume de esconder comida, objetos pequenos e brinquedos;
  • Preço: R$ 1.400,00 mas filhotes podem custar entre R$ 1.500 e R$ 4.000,00.

13. Buldogue Francês

Buldogue Francês
Buldogue Francês

Os buldogues franceses, bem menores que os ingleses, também são a raça perfeita de cães para apartamento.

Eles são amáveis, especialmente com crianças, e costumam ser muito dóceis até com outros animais.

O problema é que eles costumam ser um tanto bagunceiros e têm a saúde frágil, especialmente com relação à pele.

  • Tempo estimado de vida: 10 a 12 anos;
  • Altura e peso: 30 1 35 cm de altura e 8 e 14 kg;
  • Pelagem: curta e lisa;
  • Nível de energia: MUITO alto;
  • Pontos fortes: Inteligência, doce e muito amigável;
  • Pontos fracos: Necessita de cuidados com a saúde
  • Preço: R$ 2.500 mas filhotes podem custar de R$ 1.500 a R$ 5.000.

Cachorros em apartamento: saiba tudo sobre seus direitos e deveres

Cachorros em apartamento: saiba tudo sobre seus direitos e deveres
Cachorros em apartamento: saiba tudo sobre seus direitos e deveres

Cachorros podem ou não viver no apartamento junto com seus donos? Condomínios podem proibir cães em suas dependências?

Existe um limite de tamanho permitido para cães dentro de apartamentos?

Este assunto é constantemente abordado por muitas pessoas e às vezes podemos ficar sem resposta ou sem saber o que fazer em determinadas situações.

Então, leia este texto até o fim para saber tudo sobre seus direitos e deveres e também o que fazer quando a situação não se resolve através de uma conversa informal.

Vivemos uma geração onde cada vez mais os pets são considerados parte da família.

E assim, a procura por uma residência ou permanência em condomínio podem se tornar um pesadelo e muitas disputas intermináveis pelo direito de o cão ficar na casa acabam tendo como campo de batalha os tribunais.

De um lado são os inquilinos ou moradores e de outro os proprietários de imóveis, síndicos e administração de condomínios.

Afinal, condomínios podem proibir animais?

Não.

A verdade é que nenhum síndico ou proprietário pode proibir a permanência de cachorros em apartamento ou casa.

Isso faz parte do seu direito de propriedade.

Mesmo que as regras do condomínio proíbam de alguma maneira a presença de cães, elas não podem ir contra e não são maiores que a Constituição Federal, código maior do país, ou o Código Civil.

Apenas um juiz pode, depois do tutor apresentar sua defesa, ordenar a retirada do animal.

Essa decisão deve ser tomada apenas depois do processo conter provas inequívocas e o animal de fato apresentar algum perigo ou causar desassossego.

Se o animal está há 5 anos morando na propriedade e nunca houve nenhuma reclamação, não é possível mudar as regras do condomínio no meio do caminho, esse é um direito adquirido.

E mesmo que seja votada uma alteração na convenção do condomínio, assim proibindo a permanência de animais, essa medida não poderá ser aplicada ao seu pet.

Os tutores que não estiverem satisfeitos poderão perfeitamente procurar a justiça para resolver suas disputas.

Na maioria dos casos, os juízes favorecem a permanência do animal.

Em contrapartida, é importante que o tutor seja responsável e garanta que a presença do cão não represente riscos à saúde, segurança ou incômodo comprovado ao sossego dos vizinhos.

Portanto, sim, pets podem morar em apartamento! Seja de porte pequeno ou porte grande.

O que realmente determina uma boa convivência e a possibilidade de ter cachorros em apartamento são o comportamento e criação deles.

Direitos do Tutor

– A Constituição Federal assegura o cidadão ao direito de propriedade (Art. 5º, XXII e Art. 170, II), ou seja, o condômino pode manter animais em casa ou apartamento, contanto que a permanência deles não atrapalhe ou coloque em risco a vida de outros moradores;

Proibir visitantes de entrarem com seus cães é configurado constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto lei Nº 2.848/40).

Os animais visitantes devem seguir as mesmas regras dos pets que vivem no local;

– Cães dóceis e que não representam perigo a terceiros não precisam usar focinheira.

A obrigação desnecessária da focinheira, ainda mais em pequeno porte, desrespeita a dignidade do animal e é configurado crueldade e crime de maus tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34);

– De acordo com o Art. da Constituição Federal, o direito de “ir e vir” garante que o condômino ou visitante possa utilizar o elevador com seu animal;

– Obrigar qualquer pessoa a utilizar escadas com o animal é considerado constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) e maus tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Deve-se lembrar das pessoas que não podem, por motivos físicos, utilizar as escadas. O tutor deve manter o cão em uma guia curta, para que o mesmo não se aproxime de outras pessoas quando dentro do elevador;

– O condomínio não pode obrigar o tutor a levar o animal no colo.

Isso impossibilitaria no caso de cães de grande porte e no caso de tutores que não podem, por motivos físicos, carregar o cão.

Essa situação também se aplica no tópico de constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40);

– Contanto que o animal não represente um risco à saúde, sossego e segurança dos demais, o animal poderá transitar nas áreas comuns do prédio.

Impedir o acesso fere o tópico do direito de “ir e vir” (Art. da Constituição);


Casos de ameaças (como envenenamento) ou proibições ilegais (como não
dar acesso ao elevador), devem motivar boletins de ocorrência contra o
autor por configurar constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) e ameaça (Art. 147 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

Deveres do tutor

– O tutor deve manter o cão próximo ao corpo, utilizando uma guia curta, nas áreas comuns do prédio.

É responsabilidade do tutor garantir a segurança de todos (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64 e Art. 1.277, Art. 1.335 e Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02);

– Cães de porte grande ou que apresentem comportamento agressivo, devem utilizar focinheira sempre que estiverem nas áreas comuns do prédio (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64 e Art. 1.277, Art. 1.335 e Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02);

Crianças pequenas não devem ser deixadas com cães e sozinhas nas áreas comuns do prédio;

Respeitar o próximo é a chave para a boa convivência.

Portanto, se você conhece alguém que tem medo ou não gosta de cachorro, evite que o seu cão tenha contato com a pessoa, por exemplo, esperando o próximo elevador.

No geral, mantenha sempre o seu cão em guia curta, enquanto ele estiver nas áreas comuns do prédio, e não deixe que ele se aproxime de terceiros, a não ser que tenha autorização. (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64 e Art. 1.277, Art. 1.335 e Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02);

– É responsabilidade do tutor limpar todos os dejetos de seu cão nas áreas comuns.

Dejetos que não apenas sujam as áreas comuns, como também incomodam outros condôminos e são potencialmente perigosos em transmissão de doenças (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64 e Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02);

– O tutor deve manter também as áreas privadas de sua casa limpa, impedindo o mau cheiro e garantindo a saúde do animal.

Não fazer isso pode ser considerado crime de maus tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, II do Decreto Nº 24.645/34);

Latidos intermináveis e barulhos podem tornar a vida do seu vizinho um inferno.

É de responsabilidade do tutor que a presença do cachorro não prejudique a vida dos demais e o bom funcionamento do local. (Art. 42, IV do Decreto-Lei Nº 3.688/41).

Para esse problema, um especialista em comportamento deve ser chamado e uma conversa com os prejudicados é o primeiro caminho, com o intuito de avisar sobre medidas tomadas para que haja uma mudança;

– Ainda sobre os barulhos e ruídos que incomodam, as unhas do cão entram nessa lista de repetições insuportáveis.

O sossego deve ser respeitado, caso contrário, o tutor pode chegar a ser preso. (Art. 42, IV do Decreto-Lei Nº 3.688/41).

A busca de um meio-termo na convivência

Conhecer os direitos e deveres seus e de seus cães é fundamental, não só para essa situação, mas para a vida.

A questão é que o ideal é sempre buscar um meio-termo e uma convivência amigável, com vizinhos, síndicos e administração de condomínio.

Esteja ciente dos possíveis problemas que o seu cão possa estar causando e se as reclamações têm ou não embasamento.

Se sim, fingir que o problema não existe e permitir que o bem estar do seu vizinho seja prejudicado não pode ser uma opção.

Então, aja e deixe claro para os demais que você está trabalhando na melhoria da situação.

Em casos de problemas comportamentais, chame um especialista em comportamento e peça o auxílio de um médico veterinário.

Esteja sempre disposto oferecer um atestado comprovando a saúde de seu animal.

Afinal, todas essas melhorias são essenciais para todos: você, seu animal, seus vizinhos, amigos e todos que convivem com vocês.

No caso das reclamações partirem de pessoas intolerantes, que não desejam conversar, e que simplesmente não querem a presença do cão, o auxílio de um advogado pode ser necessário.

Para os casos em que o síndico e/ou a administração do condomínio não permitam a presença de algum animal sob tutela de um morador, existem algumas ações que podem ser feitas.

Leia a seguir.

O que fazer em casos de proibição de cachorros e problemas com a administração do prédio?

1. Uma conversa informal para que os vizinhos e síndicos estejam cientes que o tutor tem o direito garantindo pela Constituição (Art. 5º, XXII e Art. 170, II);

2. Se a conversa informal não for suficiente, o condômino deve registrar queixa por constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) na delegacia de polícia civil mais próxima;

3. Entrar com ação judicial, de natureza cautelar, com o intuito de liminar a permanência do animal sob sua guarda e desqualificar a decisão do síndico ou deliberada em assembleia condominal.

O mesmo caso deve ser feito em proibições de animais visitantes;

4. Em proibições de trânsito em elevador, deve-se entrar com uma ação criminal por maus tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

O mesmo deve ser feito com o uso obrigatório da focinheira quando desnecessários, em animais de pequeno porte e que não apresentam risco para os demais;

6. A obrigação de levar os animais no colo, sejam eles visitantes ou moradores, nas áreas comuns do condomínios, valida uma ação de indenização por danos morais por constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

Fontes: Dr. Lava tudo // VivaReal // Segedos do Mundo // Pet Anjo // Jus Brasil // Anda

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