Entrevista com Luis Carlos Presente, o Diretor da Incorposul

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Quer conhecer o presidente da Incorposul? Luis Carlos Presente compartilha lições de vida e fala dos desafios de ser empresário no Brasil Pular para o artigo

Luis Carlos Presente

Não são poucos os aprendizados que o empresário Luis Carlos Presente traz da infância em Apucarana, no Norte do Paraná, para a vida e os negócios à frente da Incorposul e da Presença Empreendimentos.

Filho de marceneiro, enfrentou desafios para realizar o sonho de cursar a faculdade de engenharia civil em Joinville.

Convicto de suas escolhas, deixou a cidade natal, morou em república, conseguiu bolsa na universidade, dedicou-se com afinco ao curso e, hoje, tem mais de 80 edifícios com a sua assinatura.

Dúvidas do que queria? Nunca teve.

Aos 57 anos, separado e pai de dois filhos, Presente se orgulha da caminhada que fez até aqui e do legado que deixará.

Empresário de sucesso, não para de estudar e se aperfeiçoar. Quer se tornar um ser humano ainda melhor.

Nesta entrevista, Presente fala sobre as lembranças da infância, empreendedorismo, liderança, persistência, hobbies, associativismo, os desafios de ser empresário no Brasil e conta como busca a harmonia entre a vida pessoal e profissional.

Fique conosco e conheça a trajetória deste empresário de sucesso que lidera uma das mais renomadas incorporadoras e construtoras de Joinville.

Índice do conteúdo:

Fale sobre sua infância, onde nasceu, cresceu e quais as lembranças mais valiosas daquela época.

Apucarana
Cidade de Apucarana – Foto: Prefeitura de Apucarana

Luis Carlos Presente – Nasci em Apucarana, no Norte do Paraná, e trago boas lembranças e muitos aprendizados daquela época.

Sou de uma família simples, filho de marceneiro e foi justamente com meu pai que aprendi os valores que sigo até hoje.

Minha maior lembrança da infância são os momentos simples e sinceros, o relacionamento com a família, tios, primos, comunidade, igreja.

As mães se conheciam, sabiam quem eram nossos amigos, os vizinhos cuidavam uns dos outros.

Foram essas relações que marcaram a minha infância e me trazem saudades.

Sua infância foi decisiva na formação do líder, do empresário, do profissional que é hoje?

Luis Carlos Presente – Com toda certeza.

Se sou justo, correto, ético, honesto e tenho caráter, o mérito é do meu pai, que sempre foi assim.

Aprendi com ele que “o que é, é. A verdade deve sempre prevalecer”.

Foi com base nesses conceitos e princípios que fui criado.

E não é porque eu vivia em uma cidade pequena, é porque essa era uma característica das pessoas com quem eu convivia.

Luis Carlos Presente
Luis Carlos Presente

De onde vem a sua veia empreendedora?

Luis Carlos Presente – Meu pai é diácono da Igreja Católica há muitos anos e como ele sempre teve esse envolvimento comunitário e religioso, acabou me inspirando.

Fui líder muito cedo.

Gostava de me posicionar, dar palestras, participar de debates, era atuante na igreja e também fui líder estudantil.

Você vai com frequência à Apucarana?

Luis Carlos Presente – Não vou tanto quanto eu gostaria, mas estou sempre em contato com a minha família.

Hoje, a tecnologia facilita muito essa aproximação com quem está longe e sempre sei o que está acontecendo com eles.

Quando vim morar em Joinville, as ligações telefônicas eram caras.

Eu esperava o horário mais barato, depois das oito horas da noite, para falar por uns dois minutos com meus pais.

Nosso meio de comunicação, na verdade, eram as cartas. Eu escrevia para a mãe, para o pai, os amigos, e ficava esperando as respostas.

Muita coisa mudou e hoje sabemos quase tudo em tempo real, pelas mídias sociais.

E isso é uma vantagem para quem tem a família longe.

Foto noturna de Joinville
Foto noturna de Joinville

Por que você veio morar em Joinville?

Luis Carlos Presente – Deixei Apucarana no início de 1980 para cursar a faculdade de engenharia civil na antiga FEJ, a Faculdade de Engenharia de Joinville, hoje UDESC.

No Brasil eram poucas as faculdades de engenharia civil e a FEJ estava iniciando a terceira turma.

Fiz o curso técnico de instalações elétricas em Apucarana e todos os meus amigos queriam fazer engenharia elétrica ou mecânica.

Joinville era referência nessas áreas e eu vim com eles.

Morávamos em uma república. Éramos sete alunos e só eu cursava engenharia civil.

Como foi essa fase?

Luis Carlos Presente – Vim para estudar, com muito sacrifício.

Meu pai era marceneiro e eu tinha que me sustentar de alguma forma.

Consegui bolsa parcial e desde o primeiro semestre fui monitor de física e cálculos.

Foi assim que consegui pagar os estudos e me manter aqui. Me esforcei para terminar a faculdade.

Sorte que os seis amigos com quem eu morava também eram focados e extremamente comprometidos com os estudos.

Não tínhamos vida pessoal, vida social. Dos 18 aos 23 anos o foco era unicamente o estudo.

Consegui me formar em quatro anos e meio, o que pode ser considerado um feito para a época.

Eu tinha em mente que meu pai fazia sacrifícios para eu estudar em Joinville e quanto mais eu conseguisse encurtar a permanência aqui, melhor.

Fui um dos melhores alunos da minha turma.

Tem outros engenheiros na sua família?

Luis Carlos Presente
Luis Carlos Presente

Luis Carlos Presente – Fui o primeiro da família a cursar engenharia.

Naquela época, fazer faculdade de engenharia e medicina era algo inatingível para quem não saísse de Apucarana.

Era complicado. Felizmente mudou.

Hoje, tenho um sobrinho na área e também um filho e uma sobrinha cursando engenharia civil.

Com tantos desafios, nunca pensou em mudar de profissão?

Luis Carlos Presente – Durante o ensino médio, no curso técnico de instalações elétricas, dos cerca de 40 alunos da turma, apenas eu queria fazer engenharia civil.

Eu sabia exatamente o que queria e nunca me deixei influenciar. Na faculdade, consegui adiantar algumas disciplinas.

Apenas sete pessoas se formaram comigo naquele semestre e delas, apenas eu continuo atuando na área.

Sempre tive persistência e convicção de que seria engenheiro civil.

O que te manteve em Joinville depois de formado?

Luis Carlos Presente – Eu tentei voltar para Apucarana, bati em muitas portas lá, mas era 1984, início da recessão, começo de uma forte crise no país.

Não consegui emprego na região e um professor me convidou a voltar para Joinville e ser sócio dele.

A sociedade durou uma semana.

Ele tinha outros compromissos e eu fui convidado a trabalhar em outra empresa da cidade, a Prisma Engenharia.

Joinville estava crescendo.

Em poucos meses eu já fazia parte do quadro societário.

Foram 22 anos como sócio e diretor da Prisma, sempre em áreas de atuação dedicadas à incorporação e no segmento de edifícios residenciais.

E quando nasceu a Incorposul?

Fachada - Incorposul
Fachada – Incorposul

Luis Carlos Presente – Após a minha saída da Prisma, em 2003, abri a Incorposul.

Como eu atuava no segmento de incorporação, meu olhar sempre foi esse, para os edifícios.

Assinei muitos projetos em Joinville, sou responsável técnico por muitas obras.

Na cidade, mais de 80 empreendimentos têm a minha assinatura.

E esse é o legado do engenheiro, porque nós vamos morrer, mas os prédios vão ficar.

Na verdade, são dois grandes legados. O primeiro é esse: o que você constrói é perene.

E isso é muito legal. É gratificante. O outro legado são as “obras de arte” que você deixa para a cidade.

Porque para mim, os prédios são obras de arte, resultados de criatividade, de sutilezas, de percepções muito particulares.

Em cada detalhe, em cada projeto, há um olhar muito próprio.

As obras são como filhos que você vê nascer, crescer, que você vai lapidando, moldando e, por fim, vê ganhar vida própria.

Então o processo de concepção de um empreendimento é semelhante ao de uma criação artística?

Você diria que engenharia civil e arte andam lado a lado?

Luis Carlos Presente – Na construção civil, temos mais de 3,5 mil itens que podem ser utilizados em um prédio, da estrutura ao acabamento.

Imagine a variedade de possibilidades e escolhas.

O processo de construção vai dando vida a uma obra de arte e, no final, você tem um resultado mais encantador ou menos encantador, assim como as pinturas, as esculturas ou outros trabalhos artísticos.

Luis Carlos Presente
Luis Carlos Presente

Então você é um artista?

Luis Carlos Presente – Sim, sou o autor de muitas obras de arte na cidade.

E com o amadurecimento da empresa e também o meu, como profissional, as criações vão se aperfeiçoando.

Você vai se libertando e mesmo atendendo às exigências do mercado e aos rigorosos padrões da construção civil, é possível entregar obras de arte aos clientes.

Essa é uma característica bem marcante da Incorposul. Além disso, meu hobby são as pinturas em tela e as esculturas.

E esse lado artístico me ajuda a ter uma visão diferente do que podemos explorar em nossos empreendimentos.

Como nasceu a sua paixão pelas pinturas e esculturas.

Pintura em tela por Luis Carlos Presente
Pintura por Luis Carlos Presente

Luis Carlos Presente – Há anos, para tratar a insônia, busquei atividades que me ajudassem a relaxar.

O primeiro passo foram as aulas de pintura em tela.

A turma era pequena e eu não me enquadrava na técnica repassada pela professora.

Depois de algumas aulas, pedi para apresentar um trabalho “do meu jeito”.

Fui para casa e fiz a pintura como achei que deveria ser.

Quando apresentei à turma, a professora me incentivou a participar de um Salão dos Novos que ocorreria em Joinville.

Com uma única tela, fui premiado.

Era início da década de 1990. Depois, continuei pintando, participando de outros salões e recebendo outros prêmios.

E como surgiram as esculturas na sua vida?

Luis Carlos Presente – A minha atividade na construção civil me levou a trocar as tintas das telas por outras matérias-primas.

Passei a usar materiais como argamassas para dar volume e dimensão às obras. Gostava de experimentar.

Foi então que parti para as esculturas em aço.

O problema é que as peças foram crescendo, ficando pesadas, e eu precisaria de um espaço amplo e apropriado para seguir com esse trabalho.

Em função de outros compromissos e da vida corrida de pai e empresário, acabei deixando de lado as esculturas.

Voltei à pintura dos quadros como hobby, para presentear amigos ou para decorar o hall de entrada e outras áreas sociais dos nossos prédios, onde “exponho” meus trabalhos junto com artistas locais, que gosto de valorizar.

Além da pintura, o que costuma fazer nas horas de lazer?

Taça de vinho
Taça de vinho

Luis Carlos Presente – Gosto de estar em casa, tomar um bom vinho, cozinhar para a família e os amigos.

Nos eventos que fazemos na Incorposul para nossas equipes, costumo cozinhar. Viajar? Gosto muito também, mas falta tempo suficiente para grandes viagens.

Uma viagem para o exterior demanda tempo, planejamento e não dura menos de 15 dias.

Por isso, nas missões empresariais, aproveito para “turistar” e conhecer bem os países que estamos visitando.

Sobre a viagem para Dubai, em fevereiro. Como foi a experiência?

Luis Carlos Presente – A viagem foi muito produtiva.

Apesar das restrições do país, conseguimos ir a canteiros de obras, conhecer o plano diretor da cidade, visitar imobiliárias e, principalmente, conferir conceitos de arquitetura e urbanismo.

Verticalização: Cidades do Futuro
Cidade de Dubai

É impressionante ver como lagos foram construídos em uma cidade que é deserto, como fazem o tratamento de esgoto, fornecimento de água…

Essa missão abriu muito a nossa visão, tanto empresarial quanto pessoal, porque foi impossível estar lá e não se encantar.

A Incorposul é reconhecida no mercado como uma empresa de vanguarda, preocupada com a qualidade de seus empreendimentos e a satisfação dos clientes.

Essa sempre foi a missão da empresa?

Luis Carlos Presente – A Incorposul nasceu como uma empresa de alto padrão preocupada em construir lares perfeitos para famílias, sempre em locais privilegiados.

Nesses mais de 15 anos de atuação, trabalhamos para valorizar a utilização do imóvel como um verdadeiro lar.

Incentivamos a personalização dos ambientes para que as pessoas possam se sentir bem, se sentir realmente em casa. Isso está na nossa veia, no nosso DNA.

Não tem como fugir disso.

E para onde caminha a Incorposul? Quais os planos para o futuro?

The Lux Residence
The Lux Residence

Luis Carlos Presente – Nunca deixaremos de lado a missão de realizar o sonho de famílias que buscam um lar.

Em média, entregamos um empreendimento por ano em Joinville.

O que temos em mente, para o futuro, é ampliar a nossa área de atuação com a construção de edifícios em outras regiões do Estado.

Mas não vamos mudar nosso foco, nossa missão, nosso segmento. Vamos apenas levar a nossa expertise para outras cidades.

Essa é nossa vocação e não deve mudar.

Não abriremos mão desse conceito de construir moradias para famílias, em bons locais e que as façam sentir bem e felizes.

E a Presença Empreendimentos? A empresa atua no mesmo segmento da Incorposul?

Luis Carlos Presente – A Presença Empreendimentos é uma empresa do grupo que surgiu de uma necessidade de separar a Incorposul, focada na incorporação, da parte técnica e operacional que é a construção.

Além disso, a Presença está absorvendo um nicho de mercado que a Incorposul não consegue atender, que são os imóveis de qualidade, mas com características mais compactas e metragens menores.

A Presença já entregou algum empreendimento em Joinville?

Fachada - Alpha Home
Fachada – Alpha Home

Luis Carlos Presente – O primeiro empreendimento da marca é o Alpha Home, que será entregue em junho deste ano.

Embora sejam apartamentos mais compactos, eles seguem o mesmo padrão de qualidade que é a marca registrada do nosso grupo.

Qual conselho daria aos jovens engenheiros?

Luis Carlos Presente – O melhor conselho aos novos profissionais é que exerçam a profissão com dedicação, ética e dignidade, seja como funcionário em uma empresa ou como empreendedor.

Em qualquer profissão, o que determina o sucesso é a perseverança, a determinação.

Para a humanidade, três coisas nunca vão deixar de ser necessárias: vestimenta, alimentação e moradia.

Sempre haverá campo de trabalho para o engenheiro civil. Então, pegue a sua essência, a sua vocação, a sua verdade e faça acontecer.

Jovens Engenheiros
Jovens Engenheiros

É a convicção de que está no caminho certo que deve mover o profissional.

Sem essa convicção, eu não teria saído de Apucarana e enfrentado todos os desafios.

A engenharia civil tem um leque muito grande de opções e oportunidades.

Há campo para pesquisadores, educadores, funcionários em setores públicos, na iniciativa privada e também como empreendedor em seu próprio negócio.

Qual é a receita para ser um empresário de sucesso no Brasil?

Verticalização

Luis Carlos Presente – No Brasil, ser empresário é ser campeão. E penso que 90% dos empresários concordam comigo.

É preciso ser muito perseverante e competente para superar os desafios, que vão desde a alta carga tributária à economia inconstante, passando por leis trabalhistas e excesso de burocracias, principalmente na área ambiental. Infelizmente, é isso o que podemos dizer hoje.

Espero que, no futuro, não seja mais assim.

O que falta para esse cenário mudar?

Luis Carlos Presente – Sempre fui e continuo sendo um otimista.

O Brasil tem tudo para dar certo, só precisa acabar com a corrupção e a falta de gestão.

Temos um país maravilhoso, com muito potencial, e por isso fico triste quando vejo adolescentes e jovens indo embora do país.

Só vamos construir uma nação melhor se fizermos isso juntos.

Sei que às vezes sou otimista demais e já acreditei em “viradas” que não aconteceram, mas tudo é cíclico, na vida e nos negócios.

Estamos há quase cinco anos em recessão, muitas empresas não resistiram, mas tenho certeza que os bons tempos voltarão.

É só perseverar e fazer acontecer. Somos responsáveis também.

Se você acha um jeitinho de burlar uma regra aqui, outra ali, também traz consequências negativas para o país.

Temos que dar exemplos como empresa, como cidadãos, como pais, como líderes.

Temos que ser exemplo para nossos funcionários, nossa família, para a sociedade.

Pequenas ações é que vão tornar tudo melhor e possível.

Como você avalia o cenário político e econômico atual?

Cenário político e econômico atual
Cenário político e econômico atual – Foto: Fecomércio

Luis Carlos Presente – Ainda vivemos uma incógnita, mas seja quem for o nosso governante, uma vez eleito, uma vez nosso presidente, temos que confiar e ajudar para que o país dê certo.

Não adianta ser um radical de oposição porque estamos todos no mesmo barco, e o leme está nas mãos do atual presidente.

O que esperar do futuro? Isso depende de quanta gente está fazendo furo no barco e de quantos trabalham para tirar a água da embarcação.

Depende de quem vai ser mais “eficiente”.

Se você tem dez marinheiros e nove estão fazendo furo, o barco já afundou.

Essa é uma analogia simples, mas mostra que não dá para saber com certeza como serão os próximos anos.

A única certeza é que precisamos trabalhar em prol do mesmo objetivo.

As empresas têm fôlego para esperar pelas melhorias necessárias?

Luis Carlos Presente – As empresas estão tentando se equilibrar e ainda não dá para fazer altos investimentos a médio e longo prazo.

O mercado está recessivo, quem compra está inseguro, os trabalhadores estão em dúvida sobre o rumo de suas empresas, sobre seus próprios futuros.

Isso trava a economia, engessa os negócios.

Para reverter isso, precisamos de ações convictas e seguras dos nossos governantes.

Você já presidiu o SINDUSCON Joinville. Tem outras experiências com o associativismo e entidades de classe?

Associativismo
Associativismo

Luis Carlos Presente – Sempre fui envolvido com o associativismo.

Já fui presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Joinville, o SINDUSCON, e do Consep, o Conselho de Entidades Patronais ligado à ACIJ.

Também já tive participação na FIESC em diversos momentos e no SECONCI, o Serviço Social da Indústria da Construção.

Sou associado da Associação dos Engenheiros Civis de Joinville, a AJECI, e de outras entidades de categoria.

Sempre estive envolvido direta ou indiretamente porque acho que juntar forças e trocar experiências é essencial e nos ajuda a avançar em questões como inovação e tecnologia.

Temas como Indústria 4.0, startups, pesquisa e inovação avançam com mais velocidade em algumas áreas.

No caso da construção civil, ainda precisamos melhorar.

Além de atuar pessoalmente em entidades empresariais e de classe, também estimulo os profissionais da empresa a dedicarem tempo às atividades e eventos associativistas.

Com tantos desafios, como buscar o equilíbrio entre o profissional e o pessoal?

Luis Carlos Presente
Luis Carlos Presente

Luis Carlos Presente – Estou sempre me busca de aperfeiçoamento pessoal e profissional.

Já fiz inúmeros cursos e treinamentos, tanto empresariais quanto aqueles focados em crescimento pessoal e espiritual, autogestão, etc.

Quero sempre me aprimorar como profissional, como líder, como pessoa, e principalmente entender as relações humanas.

Nossa existência está baseada nisso.

A diferença do outro é positiva e saber reconhecer e aceitar as diferenças é muito interessante.

A pessoa precisa se entender para ser ainda melhor, conhecer seu perfil e suas características pessoais e profissionais. Estudei bastante essa abordagem.

As pessoas são a alma da empresa e essa alma precisa estar viva. O resto é processo, técnica, estratégia…

O resto é processo, técnica, estratégia

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